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Imagens: Acervo QUANTA, Paulo Andrade (Equinócio da Primavera, Dia da Língua Portuguesa, Desassossego em Pessoa e Língua Mátria), Cinemotion (Poeiras).

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António Terra nasceu no Brasil, em 1968, filho de pai português e mãe brasileira. Filho dos subúrbios de um Rio de Janeiro efervescente, o ambiente onde cresce e se faz homem irá interferir de forma bastante indelével no seu percurso profissional. Forma-se como ator na Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

Trabalhou, entre 1995 e 1999, com o Grupo Hombu, a Companhia Ópera Seca, de Gerald Thomas, e com o premiado Diretor e Cenógrafo Luiz Carlos Ripper. No ano 2000, mudou-se para Portugal para conhecer a família paterna.

 

Não deixou no Rio a sua alma de artista. Assim que chega a Portugal, começa a usar a sua veia artística em caminhos paralelos: como ator, por exemplo em O Crime e Segredo de Justiça, duas séries da RTP, e como professor convidado das 6ª, 7ª e 8ª edições do Curso Internacional de Dança e Teatro, no Centro Cultural de Belém.

António vê a arte e a cultura como meio para uma sociedade mais coesa, justa e plena. Tanto está nas iniciativas de outros, como entende criar as suas próprias produções. Fazer acontecer é o seu lema. Em 2004, funda a Companhia de Actores, estrutura que dirigiu até 2016. Encenou mais de 30 peças de teatro, atuou em teatro, cinema e TV.

 

O seu lado de menino nascido e criado nos subúrbios do Rio de Janeiro sobressai e, inserido num ambiente de bairro — bairro Outurela-Portela, além da criação artística, cria elementos de integração pela arte e cultura com o AMPLIARTE, um projeto que arrecadou o prémio Boas Práticas Autárquicas pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 2006. Entre 2009 e 2010, cria e dirige duas edições do MITO – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras. Diretor Artístico do Teatro Amélia Rey Colaço em Algés, António Terra oferece aos algesinos oito anos de cultura num espaço confinado, porém, que parecia dilatar-se de intervenção para intervenção.

Não produz apenas a cultura, tende a estudá-la e a compreendê-la. Foi coorientador da tese de mestrado Teatro e Comunidade, pela Escola de Teatro e Cinema de Lisboa. Marcou presença em seminários relacionados com o tema Educação pela Arte a convite do Instituto de Apoio à Criança e ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas).

 

Em 2016, criou o Festival POEIRAS. Em 2017, dirigiu nova edição do mesmo festival, no Parque dos Poetas, bem como a ocupação cultural POÉTICAS no Templo da Poesia, em Oeiras.

 

Também em 2017, fundou a QUANTA, onde exerce funções de Diretor Criativo.